domingo, 20 de dezembro de 2015

Sabe...

Já tinha passado das 22:00 quando ela foi transferida,
chovia trovejava e relampejava lá fora e dentro de mim, enquanto a chuva descia forte minhas lagrimas se tornaram novas marcas.
Não que seja falta de amor por ela, apenas falta de animo em viver e reviver tanta dor.
Sentada ao lado dela eu segurei sua mão, olhando a luz que refletia dos faróis nas gotas que escorriam pelo vidro eu sentia meu coração acelerar na mais rápido que a ambulância.
E relembrei toda dor com um toque ainda mais triste.
Sabe se lá se um dia isso vai acabar.

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